(Source: letterstodeadpeople)
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Minimalist DC Superhero Mugshot poster
(via pedrowashere)
(Source: iheartbatman)
Wolverine
2 Batmen…duh…
A coisa que mais quero falar no momento sobre o lançamento desse disco é que nós estamos tentando ter nossas músicas impressas digitalmente em plástico desde 2005, quando gravamos nossa primeira demo, ainda como Atomic Nachos. Conte aí pelo menos uns 5 anos de ansiedade pra poder contar pra todo mundo que a gente finalmente tinha um cd físico, que podia ser tocado no aparelho de som dos carros e empilhado junto com os outros cds da coleção. Então eu acho que é desnecessário enfatizar o quanto nós estamos aliviados, satisfeitos e felizes além do bom senso por finalmente estarmos segurando em nossas mãos mil cópias do nosso primeiro disco como Lisabi. Mil cópias que foram pagas com o dinheiro que nós temos juntado desde os shows tocados quando éramos adolescentes de 15 anos, dos trampos que arrumamos fosse dando aulas de inglês, espanhol, violão ou simplesmente limpando mesas de bar e sorrindo toda noite.
Acho que vale a pena a gente trocar uma idéia sobre esse disco, demorou? A gente conversou no final de 2009 com o Rafael Gimenez, nosso amigo, baixista do ex-Error Level, sobre gravar umas 10 ou 12 músicas com ele no home studio que ele tava montando em casa (redundante). Ele achou a idéia massa e começamos a nos preparar pra entrar em estúdio. Estávamos realmente empolgados, pois tinhamos algumas músicas (Language Itself) que estávamos guardando pra gravar desde a nossa última sessão no estúdio, quando gravamos o split que gravamos com o The Sams no Piccoli Studio, que nunca foi lançado além do Myspace.
Em fevereiro de 2010 então, eu liguei pra ele e falei “Demorou pra gente começar a gravar?” e ele “Sim, mas VENHAM COM TUDO PRONTO PRA GENTE CHEGAR E APENAS GRAVAR. Devo levar umas 2 semanas pra gravar, mixar e masterizar vocês”. Eu disse “Beleza, demorou!”, pois só queria entrar logo no estúdio e ir resolvendo os “detalhes” enquanto a gente produzia, mas na verdade eu estava mentindo, pois nós tinhamos apenas 8 músicas e várias lacunas, tanto na parte instrumental quanto nas letras. A única coisa que eu tinha certeza era que nós queríamos músicas com mil partes diferentes, mais instrumentos do que sabíamos tocar, letras que falassem diretamente do coração e a participação dos nossos melhores amigos no disco. Pra resumir, passamos os próximos 10 meses indo algumas vezes por semana na casa do Rafael, fosse de ônibus, carro ou carona, muitas vezes almoçando por lá, muitas vezes trazendo comida de casa, dormindo no chão do estúdio, resolvendo tretas, entrando em consenso, gravando e regravando os mesmos 30 segundos de um trecho por mais de 150 vezes. Havia períodos que, por causa da comunicação deficiente, ficávamos sem nos falar por semanas, e depois voltávamos a ter mais umas 4 sessões produtivas pra depois entrar em recesso novamente…
Eventualmente muita carga emocional havia sido acumulada, portanto ficou claro que, apesar do resultado das gravações ter ficado muito massa, não podíamos continuar gravando com o Rafael. Compramos alguns equipamentos, emprestamos, pedimos ajuda e conseguimos terminar de captar as vozes, sopros e detalhes que faltavam. Mixamos e masterizamos durante algumas semanas com a ajuda de plug ins.
Eu me lembro que nas primeiras semanas, quando estávamos fazendo a bateria, conseguimos concentrar todos nossos esforços para escrever o que seria a nossa última e grandiosa música do disco, Satyagrahi, totalizando 9 faixas. Ou seja, esse disco contém músicas que foram escritas em um período de transição muito importante pra gente, de 2008 até 2010, e eu acho que na progressão do som ao longo das músicas nós deixamos transparecer bem nossas mudanças, tanto pessoais quanto musicais. Você acaba ouvindo portanto letras e sons que representam diferentes fases e faces de nós mesmos ao longo desse período, por isso a última música tem uma vibe tão diferente da primeira. A foto do Giva na capa, casualmente ensaiando enquanto espera o ônibus numa rua conhecida em Barão Geraldo, captura muito da vibe do ano de 2010.
Esse disco tem um valor sentimental inestimável pra gente. Ele é sobre crescer junto com seus melhores amigos, sobre tomar decisões difícies, sobre confrontar seus pais, sobre quebrar com as regras autodestrutivas da sociedade que nos foram impostas e sobre construir uma alternativa honesta pras nossas vidas. Foi durante esses 12 meses decisivos, nos quais, sob constante pressão do meio, nós chegamos a desistir da banda pra retomar depois, escrevemos e reescrevemos, mudamos de nome, mudamos de foco, de membros, passamos a tratar da nossa música menos com um hobby e mais como um trabalho, que nós gravamos e lançamos Au Diable Les Bananes. Então, de coração, espero que você baixe, compre, empreste, roube, leve um pendrive pro show, nos escreva ou faça o que estiver ao seu alcance pra ouvi-lo.
http://soundcloud.com/lisabi/sets/lisabi-au-diable-les-bananes
(via anderander)
Frog Matryoshka Bag by *hanaha*
okfinethen
Found this image at http://www.dailybento.com/
(via tinytextdownhere)
(Correction)
By http://azulblueao.tumblr.com/